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Denny Roger
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Publicado por Denny Roger em 25 Jan 2010 | sob: Notícias
Para conseguir o crescimento acelerado esperado para 2010, a EPSEC decidiu inaugurar seu Programa de Canais, projetado para as empresas cuja função principal seja vender ou desenvolver soluções baseadas em Governança de TI e/ou Segurança da Informação.
Denny Roger, diretor da EPSEC e idealizador do programa, conta que “o objetivo é aumentarmos o relacionamento com as revendas e gerar negócios na área de Governança de TI e Segurança da Informação, obtendo resultados financeiros para o Parceiro e gerando negócios para a EPSEC.”
Existem 3 níveis de associação ao Programa de Canais EPSEC. As revendas são classificadas segundo critérios como o seu desempenho em vendas e o fornecimento de serviços relacionados à Governança de TI e/ou Segurança da Informação. “As premissas do programa baseiam-se no cumprimento dos requisitos de nível de associação, que após o processo inicial de credenciamento, gera a classificação da revenda”, conta Denny, lembrando que a etapa mais desafiadora no processo de desenvolvimento do Programa de Canais foi definir um modelo justificado para situar os parceiros no programa.
Após o processo de categorização das revendas, a EPSEC tem condições de desenvolver ações conforme o posicionamento da revenda, tais como: fornecer assistência na especialização de vendas e desenvolvimento de projetos; desenvolver atividades de marketing para criar demanda e aumentar as vendas; oferecer as ferramentas e os serviços de que as revendas precisam para aumentar a satisfação dos clientes e fortalecer as relações com os mesmos.
O Programa de Canais EPSEC foi projetado para que as revendas alcancem seu potencial no desenvolvimento de novos negócios, uma vez que estabelece possibilidades de maior participação de mercado e rentabilidade.
Para mais informações sobre o Programa de Canais EPSEC, acesse:
http://www.epsec.com.br/parceiros.php
Equipe de Canais EPSEC
partner@epsec.com.br
Publicado por Denny Roger em 08 Jan 2010 | sob: Notícias
Diretor da empresa diz que este lançamento é uma das novidades para 2010.
Em meio às expectativas sobre o lançamento do EP75 – software para avaliação do nível de maturidade, benchmarking, auditoria do Sistema de Gestão da Segurança da Informação e desenvolvimento do plano de crescimento do nível de maturidade – a EPSEC liberou, nesta quinta-feira (07/01), a nova versão do seu site. O resultado desta iniciativa é parte das inovações da empresa para este ano.
Segundo o sócio-fundador e diretor da EPSEC, Denny Roger, o novo site tem o objetivo de “apresentar o Modelo de Maturidade de Segurança da Informação (MMSI), metodologia proprietária que contempla Processos, Pessoas, Tecnologias e Estratégias, para as empresas que buscam melhorias dos seus processos rumo à estratégia da organização.”
Além de apresentar o EPSEC Meta-Framework (Processos, Pessoas, Tecnologias e Estratégias), o site está sendo preparado para receber o EP75 – software para Governança da Segurança da Informação. “O EP75 ajudará nossos clientes a alcançar os objetivos de segurança da informação e também a satisfazer os requisitos de Governança Corporativa. O EP75 permite identificar a situação atual da organização em relação à sua segurança da informação e quais processos precisam de melhoria de acordo com a estratégia da organização. O software também ajuda a identificar quais são as prioridades em relação aos investimentos em segurança da informação e quais serão os resultados obtidos a curto e longo prazo através do desenvolvimento do plano de crescimento, estabelecendo prioridades e a implementação de ações de melhorias”, declarou Roger.
O novo site da EPSEC pode ser conferido através do endereço www.epsec.com.br.
Equipe EPSEC
info@epsec.com.br
Publicado por Denny Roger em 30 Dez 2009 | sob: Notícias
By Jonathan Fildes
Technology reporter, BBC News
A German computer scientist has published details of the secret code used to protect the conversations of more than 4bn mobile phone users.
Karsten Nohl, working with other experts, has spent the past five months cracking the algorithm used to encrypt calls using GSM technology.
GSM is the most popular standard for mobile networks around the world.
The work could allow anyone - including criminals - to eavesdrop on private phone conversations.
Mr Nohl told the Chaos Communication Congress in Berlin that the work showed that GSM security was “inadequate”.
“We are trying to inform people about this widespread vulnerability,” he told BBC News.
“We hope to create some additional pressure and demand from customers for better encryption.”
The GSM Association (GSMA), which devised the algorithm and oversees development of the standard, said Mr Nohl’s work would be “highly illegal” in the UK and many other countries.
“This isn’t something that we take lightly at all,” a spokeswoman said.
Mr Nohl told the BBC that he had consulted with lawyers before publication and believed the work was “legal”.
‘Secret key’
Mr Nohl, working with a “few dozen” other people, claims to have published material that would crack the A5/1 algorithm, a 22-year-old code used by many carriers.
The code is designed to prevent phone calls from being intercepted by forcing mobile phones and base stations to rapidly change radio frequencies over a spectrum of 80 channels.
It is known to have a series of weaknesses with the first serious flaw exposed in 1994.
Mr Nohl, who describes himself as an “offensive security researcher”, announced his intention to crack the code at the Hacking at Random (HAR) conference in The Netherlands in August this year.
“Any cryptographic function is a one way street,” he told BBC News. “You should not be able to decrypt without the secret key”.
To get around this problem, Mr Nohl, working with other members of the encryption community, used networks of computers to crunch through “every possible combination” of inputs and outputs for the encryption code. Mr Nohl said there were “trillions” of possibilities.
All of the outputs are now detailed in a vast table, which can be used to determine the encryption key used to secure the conversation or text message.
“It’s like a telephone book - if someone tells you a name you can look up their number,” he said.
Using the codebook, a “beefy gaming computer and $3,000 worth of radio equipment” would allow anyone to decrypt signals from the billions of GSM users around the world, he said.
Signals could be decrypted in “real time” with $30,000 worth of equipment, Mr Nohl added.
‘Not practical’
It has previously been possible to decrypt GSM signals to listen in on conversations, but the equipment cost “hundreds of thousands of dollars,” experts said.
According to Ian Meakin, of mobile encryption firm Cellcrypt, only government agencies and “well funded” criminals had access to the necessary technology.
He described Mr Nohl’s work as a “massive worry”.
“It lowers the bar for people and organisations to crack GSM calls,” he told BBC News.
“It inadvertently puts these tools and techniques in the hands of criminals.”
However, the GSMA dismissed the worries, saying that “reports of an imminent GSM eavesdropping capability” were “common”.
It said that there had been “a number” of academic papers outlining how A5/1 could be compromised but “none to date have led to a practical attack”.
The association said that it had already outlined a proposal to upgrade A5/1 to a new standard known as A5/3 which was currently being “phased in”.
“All in all, we consider this research, which appears to be motivated in part by commercial considerations, to be a long way from being a practical attack on GSM,” the spokeswoman said.
Publicado por Denny Roger em 29 Dez 2009 | sob: Notícias
Neste ano foram computados mais de 84 mil denúncias sobre racismo, maus-tratos pedofilia e apologia a crimes contra a vida na rede mundial de computadores no País.
Leandro Dilon
Da reportagem local
Mais de 84 mil denúncias sobre racismo, pornografia infantil, maus-tratos contra animais, apologia a crimes contra a vida e outros delitos divulgados na Internet foram registrados em 2009 no País. Na região do Alto Tietê, os primeiros casos de crimes cibernéticos começam a aparecer. No dia 25 de novembro deste ano, a Polícia Federal prendeu no Parque Maria Helena, em Suzano, o técnico de informática C.J.F., de 48 anos, acusado de participar de uma quadrilha internacional de pedofilia.
“O criminoso está atuando cada vez mais na Internet porque o dinheiro está no computador. O Internet banking é um dos principais recursos utilizados para pagamento de contas e transferências, tanto por pessoas físicas como por empresas”, comentou o especialista em análise e gerenciamento de risco na Internet, Denny Roger.
O especialista informou que, como não existe uma lei específica para os crimes praticados via Internet, as pessoas só conseguem abrir processos sobre difamação, calúnia e injúria. “Por isso é muito importante seguir as etiquetas de bom uso destas ferramentas e evitar falar mal das pessoas ou realizar uma denúncia sem ter provas”.
Apesar dos perigos na Internet, a polícia tem aumentado suas investigações sobre os crimes cibernéticos. Segundo o site SaferNet, que trabalha na proteção aos direitos humanos na sociedade da informação, o número de denúncias tem aumentado a cada ano, o que facilita o trabalho da Polícia Federal, que investiga páginas e realiza as prisões com determinação da Justiça.
Para fazer uma denúncia, basta o internauta acessar o site www.safernet.org.br/site/denunciar.
Fonte: http://www.moginews.com.br/matpesquisa.aspx?idMat=51325
Publicado por Denny Roger em 28 Dez 2009 | sob: Notícias
Especialistas afirmam que os bandidos estão migrando para o mundo cibernético porque é lá onde o dinheiro está atualmente
Não existe legislação específica sobre crimes na Internet, por isso usuários devem ter cuidado
Leandro Dilon
Da Redação
O mundo virtual pode ser tão perigoso quanto a vida real. Essa é a opinião dos especialistas em segurança na internet ouvidos pelo DAT sobre um dos temas mais discutidos atualmente: os crimes cibernéticos. Só em 2009 foram mais de 84 mil denúncias sobre crimes de racismo, pornografia infantil, maus tratos contra animais, apologia a crimes contra a vida, entre outros delitos, registrados em todo o Brasil.
Na região, os primeiros casos começam a surgir. “Todos os problemas do mundo real migraram para o mundo virtual. O criminoso está atuando cada vez mais na internet porque o dinheiro está no computador. Por exemplo, o internet banking é um dos principais recursos utilizados para pagamento de contas, transferências, tanto por pessoas físicas como pelas empresas”, comenta o especialista em análise e gerenciamento de risco na internet, Denny Roger. Segundo ele, como não existe uma lei específica para a internet, as pessoas conseguem abrir processos sobre difamação, calúnia, injúria.
Apesar dos perigos, a polícia tem aumentado suas investigações sobre os crimes cibernéticos. No dia 25 de novembro deste ano, a Polícia Federal foi até o Parque Maria Helena, em Suzano, prender o técnico de informática C.J.F., de 48 anos, acusado de participar de uma quadrilha internacional de pedofilia. De acordo com o Ministério Público, as investigações ocorriam há três meses e contaram com interceptação telemática (na qual é possível ter acesso ao tráfego de informações de um computador).
Outro caso, novamente envolvendo pornografia infantil, foi investigado pela Policia Civil em julho. Na época, a Delegacia de Repressão a Crimes Cometidos por Meios Eletrônicos da Deic investigou supostas ações de pedofilia nos arredores do Jardim Dona Benta, em Suzano. Eles estiveram na cidade e descobriram que fotos de cunho sexual, envolvendo crianças e adolescentes, partiam de um sistema clandestino de distribuição de sinal de internet.
Fonte: http://www.diariodoaltotiete.com.br/matpesquisa.aspx?idmat=26691&pchave=internet
Publicado por Denny Roger em 28 Dez 2009 | sob: Notícias
Denny Roger sucede Fabio Leto Biolo no cargo de presidente da Abrasinfo (Associação Brasileira de Segurança da Informação). Biolo atuou desde a fundação da Abrasinfo e que agora assume o cargo de Secretário Executivo.
Roger é sócio-fundador da EPSEC, membro do Comitê Brasileiro sobre as normas de gestão de segurança da informação (série 27000), Membro do International Association of Emergency Managers (IAEM), responsável por mais de 100 projetos de segurança da informação e pesquisador ativo no campo, com publicações em diversos países.
Atuou como consultor sênior em segurança da informação, instrutor de cursos sobre firewall e design de rede segura. É palestrante internacional e constantemente colabora com o meio acadêmico.
Fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=5717&sid=34
Publicado por Denny Roger em 18 Dez 2009 | sob: Notícias
O Deputado Federal, Julio Semeghini (PSDB-SP), estima que a Lei de Crimes Digitais seja aprovada no primeiro semestre de 2010, depois de o texto que está na Câmara dos Deputados sofrer alguns ajustes. “Hoje, do jeito que o Projeto de Lei está é impossível aprová-lo”, reforça Semeghini, em debate transmitido pela TV Decision sobre “Crimes Digitais – Aprovação da Lei”. O programa de debates Decision Report Meeting reuniu políticos, especialistas, usuários e fornecedores no estúdio da Conteúdo Editorial e mais de 1.500 participantes pela internet.
Há 10 anos o Brasil tenta aprovar uma Lei sobre Crimes Cibernéticos. O Projeto de Lei nº 89 de 2003, que recebeu a denominação de “Projeto Azeredo”, foi aprovado pelo Senado Federal e está em tramitação na Câmara sob análise da Comissão de Ciência e Tecnologia. Por isso, qualquer alteração no texto, realizadas pelos relatores da casa, também refletem no Senado, uma vez que os senadores já o aprovaram. A ideia é realizar ajustes para acelerar a aprovação, principalmente em pontos considerados polêmicos tanto do ponto de vista técnico quanto jurídico.
“Não acredito que nos próximos quatro ou cinco meses um novo PL seja apresentado em 2010 porque é um ano de eleições. De novo, passaremos 2010 e vamos para 2011 sem ter uma legislação que iniba o crime digital, fortalecendo as quadrilhas de criminosos”, opina Sérgio Ricupero, CSO da Editora Abril.
O principal motivo da não aprovação do PL é que há diversos pontos polêmicos na interpretação do texto e, ainda, discussões entre técnicos e o legislativo em questões que tratam, por exemplo, do acesso indevido e sobre a responsabilidade pela disseminação de códigos maliciosos na internet. Semeghini concorda. E, por isso, o PL deve esclarecer as principais questões polêmicas. “Primeiro, sobre a tipificação do crime. Isso abrange o acesso não autorizado e a inserção de código malicioso. Esses dois pontos são fundamentais para combater o crime na sua origem”.
Ainda segundo o Deputado, precisamos avançar em outras esferas, em leis que permitam os acordos internacionais ou convenções que o Brasil deveria participar como o caso do Acordo de Budapeste. Hoje, grande parte dos criminosos está no Brasil, mas usa a rede em outros territórios. “Ou aguardemos até que a ONU discuta isso sem que o assunto fique restrito às convenções internacionais”.
Semeghini ressalta dois outros pontos: a territoriedade dentro do Brasil, ou seja, agilizar, criar integração, permitir ação conjunta entre as polícias. E, por último, o provedor de acesso, um dos atores mais sensíveis no PL, gerador de uma ampla discussão no mercado.
“Veja, não estamos falando de conteúdo, mas de identificar o horário do tráfego de acesso, dia em que a informação foi trocada entre ambas as partes. Mais da metade dessas informações não são armazenadas pelos provedores. Aqueles que as guardam entregam em baixa qualidade quando solicitadas pela polícia. Por isso, precisa haver uma regulamentação, uma legislação coesa. Portanto, não é uma questão de invasão de privacidade. A informação só será aberta caso haja ordem judicial”, completa Semeghini.
Cristine Hoepers, gerente geral do CERT.br, critica: “é preciso evitar a aprovação de uma lei que, no futuro, crie opções de defesa por parte do criminoso. Precisa ficar claro de quem é a culpa, do usuário ou da empresa? Quem dissemina e quem autoriza o acesso e/ou a disseminação de malwares? E a privacidade? Qual o papel do provedor de acesso? Na linguagem técnica, o texto do PL não é claro quando se refere ao tráfego. Esse termo, na linguagem técnica, significa conteúdo. Então, o provedor terá que guardar o conteúdo de seus usuários? E terá que abrir essas informações sob ordem judicial? Não seria invasão de privacidade?”. De acordo com Semeghini, essas dúvidas podem ser melhor esclarecidas por meio do acompanhamento da evolução do PL.
Normas técnicas globais
Diante de um cenário de avanços tecnológicos tanto para o bem quanto para o aumento de crimes digitais, há uma urgência de criar mecanismos que inibam o cybercrime. Tanto que, segundo Denny Roger, diretor técnico da Abrasinfo (Associação Brasileira de Segurança da Informação), a ABNT criou um comitê para constituir normativas, dentro do padrão ISO, para haver uma norma internacional de segurança. “Esse Comitê de Estudos Especiais já realizou uma primeira reunião nos Estados Unidos e até o primeiro trimestre de 2010 haverá outro encontro no País. O objetivo é criar esse padrão internacional para fazer a troca de informações entre os profissionais forenses de outros países”, comenta.
A padronização e normas para condutas entre os países sobre a territorialidade é hoje uma questão que trará um novo modelo de relações internacionais. “Temos hoje uma diretiva europeia que protege a privacidade e confidencialidade. O Brasil não pode receber informações da União Européia, por exemplo”, ilustra o advogado especialista em crimes digitais, Renato Opice Blum.
“Toda a lei se torna polêmica, como a Lei de Propriedade Intelectual. Sempre haverá dúvidas. Portanto, não vejo que devemos nos preocupar tanto com os detalhes do texto e a sua interpretação técnica e/ou legal. Se isso acontecer, não teremos uma legislação”, acrescenta Ronaldo Atílio Rigon, assessor de Auditoria da PROCERGS.
Compasso de espera
Enquanto não há uma normativa nem lei, as organizações reagem conforme as suas políticas internas para proteger as suas informações. “A não existência de uma legislação gera incertezas e muita polêmica. Nesse mundo cybernético, um tanto vulnerável, sem fronteiras, em que as pessoas atuam como anônimas, fica mais fácil para o criminoso praticar atos sem que a justiça o encontre. Por isso, a lei não deve ser punitiva, mas escrita para desestimular o crime. Não basta ter uma punição, mas meios da autoridade policial investigar e montar um processo”, declara César Augusto Faustino, gerente de Prevenção a Fraudes do banco Itaú-Unibanco.
Com uma participação remota durante o debate, o delegado José Mariano de Araújo Filho, da Polícia Civil do Estado de São Paulo, professor da Academia da Polícia Civil de São Paulo e especialista na investigação de Crimes por Meios Eletrônicos, estava na Argentina e criticou o modelo atual de investigação de crimes digitais.
“A morosidade na aprovação da Lei impacta num retrocesso para o País. A questão discutida é aperfeiçoamento daquilo que já existe e não refazer um novo projeto de lei. Isso gera um acúmulo de casos e os recursos da polícia têm se mostrado insuficientes. Não temos tido condições de avançar e o Estado tem se mostrado, até certo ponto, desinteressado, o que causa a sensação na sociedade que estamos à deriva. Para se ter uma idéia, as informações chegam com 90 a 120 dias em nossas mãos. O crime eletrônico não é somente volátil, mas tem uma característica peculiar e cada um dos envolvidos troca de experiência com muita agilidade. Os órgãos não mostram capacidade de que as informações circulem pelos órgãos de segurança”, diz Mariano.
Nesse sentido, Ricupero também questiona não só a morosidade da lei, mas a maturidade das organizações. “Até que ponto a área de Segurança da Informação está bem posicionada? Somente do ponto de vista de infra-estrutura tecnológica ou é considerada estratégica, como deveria ser? Normalmente, as empresas estão sendo reativas em 80% dos casos”.
De quem é a culpa?
E o crime vai além de classe social. Mas é um jogo de interesses. A falta de uma legislação permite que altos executivos pratiquem o roubo de informações que geram diversos prejuízos para as organizações. E como puni-los? “Alguém que divulga a informação da fórmula de um medicamento, ela vai responder pela Lei de Propriedade Industrial. No máximo, prestará serviço social. O mesmo ocorre quando alguém envia um código malicioso, ocasionando a paralisação nos sistemas de missão crítica. A pena não passaria de seis meses. Posso destruir a vida de sistemas financeiros e a penalização é pequena comparada com o rombo”, observa o doutor Renato Opice Blum.
Opice Blum esclarece que hoje há mais de 200 Projetos de Lei sobre crimes de internet. A maior parte deles altera ou acrescenta artigos no código penal e quem possui mais de 350 artigos na parte geral (o que é dolo e o que é culpa). “Qualquer análise precisa ser realizada em conjunto com o código penal. Porém, como existem questões técnicas envolvendo sistemas, precisamos conjugar os dois profissionais”.
A questão jurídica começa quando é preciso ter clareza entre o que é dolo e o que é culpa. Dolo é quando a pessoa pratica um ato de forma voluntária e proposital. No caso da culpa, o fato ocorreu e não necessariamente do fato deliberado da pessoa, ela foi displicente. A regra é a punição pelo dolo, as exceções são pela culpa e quando ocorre é uma pena reduzida.
“Mas se alguém invade ou usa meu sistema? Num primeiro momento não tenho responsabilidade nenhuma, mas como saberei quem fez (uma perícia técnica é necessária) e o efeito culpa teria reflexo no nosso código penal, mas temos só a conduta dolosa. Por isso, legalmente é preciso analisar a situação como um todo”, explica Opice Blum quando lembra que a legislação não é uma ciência exata porque o juiz é quem formará a acusação.
Fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=5687&sid=42
Publicado por Denny Roger em 16 Dez 2009 | sob: Notícias
Dois e-mails que circulam na internet fazem ofertas falsas para roubar informações pessoais de clientes das companhias aéreas TAM e Gol.
E-mails falsos em nome das companhias aéreas TAM e Gol estão circulando na internet com o objetivo de aplicar golpes online e roubar informações de contas bancárias de clientes.
No caso da TAM, o golpe se aproveita do banco de dados do programa de fidelidade da empresa para obter o cartão e do nome do cliente, alerta o consultor de segurança, Denny Roger, da empresa EPSEC.
A partir daí, um e-mail é enviado com essas informações e oferece um bônus de fidelidade para o cliente, pedindo para clicar em um link que um arquivo mal intencionado.
Com o nome de “Detalhes Plano TAM.doc.exe”, o arquivo se disfarça como um documento de texto do Microsoft Word e baixa outros softwares que roubam informações da vítima. “O código malicioso foi testado em 40 diferentes programas de antivírus e apenas 14 deles detectaram a ameaça”, informa Roger.
Em um comunicado no site da TAM, a companhia informa que o e-mail fraudulento usa o domínio www.tamviagensweb.com.br, que não pertence à TAM. “A companhia orienta a não acessar qualquer link apresentado e a apagar a mensagem imediatamente”, afirma a empresa.
“A TAM esclarece que nunca envia a seus clientes e-mails dessa natureza, não utiliza o remetente contato@tam.com.br, bonusfidelidade@tam.com.br ou tamfidelidade@tam.com.br e pede que os usuários fiquem atentos às propriedades de quem enviou a mensagem”, comunica a companhia.
Em seu alerta, a TAM não esclarece como as informações do banco de dados de seu programa de fidelidade foram usadas para o envio dos e-mails falsos.
Promoção falsa da Gol
Outro tipo de golpe por e-mail traz uma oferta falsa da Gol: “a promoção VoeGol a 39 reais está de volta, compre passagens de ida ou volta para todo Brasil à somente 39 reais”.
A mensagem pede ao usuário que acesse o site da empresa e oferece o endereço original, mas, ao clicar, o arquivo “Voegol.com.exe” é baixado e instala um software ilícito no computador da vítima.
Especialistas de segurança recomendam que esse tipo de mensagem seja apagada imediatamente, sem nem mesmo exibir o conteúdo.
Publicado por Denny Roger em 08 Dez 2009 | sob: Notícias
Este é o informativo de Segurança da Informação EPSEC que traz notícias, orientações, atualizações e recursos associados à segurança da informação diretamente para você.
Destaque
Nós últimos 6 dias, a EPSEC esteve em Angola participando da primeira edição da SETEC09 (http://www.setec-angola.org/), organizada pela Revista Truta – primeira revista Angolana sobre tecnologia da informação. A investida da Revista Truta em parceria com a EPSEC já apresenta efeitos significativos. Durante reuniões e almoços sobre novos negócios, pudemos comprovar um aumento significativo de oportunidades na área de segurança da informação, em Angola.
Neste momento, contudo, um novo ciclo começa para a EPSEC. A empresa estará lançando em 2010, em Angola, seu meta-framework para avaliação do nível de maturidade, benchmarking, desenvolvimento de um plano de crescimento para a implementação de melhorias nos processos de segurança da informação e auditorias baseadas nos controles da ISO 27002.
Denny Roger, sócio-fundador da EPSEC e responsável pela operação da empresa no Brasil, assegura que está em busca de um executivo em Angola para implementar o planejamento estratégico para 2010/2011 e desenvolver novos negócios através de revendas instaladas em Angola. O foco da empresa brasileira é encontrar um líder para os novos negócios em Angola e implementar o programa de canais em 2010.
“Estamos qualificando parceiros comerciais em Angola, através do nosso programa de canais, investindo na formação técnica e comercial para os profissionais que atuam na área de vendas e participando de congressos no país. Nossa meta é credenciar 3 revendas ativas e expandir as atividades da EPSEC em Angola”, afirma Denny Roger.
A EPSEC encerrou sua agenda de palestras em 2009 com a apresentação “O Futuro da Segurança da Informação” na SETEC09. Em 2010, ocorrerá a segunda edição deste excelente evento e contará mais uma vez com o apoio da EPSEC. Muito satisfeito com sua visita a Angola, o executivo da EPSEC no Brasil diz que assuntos relacionados a Governança da Segurança da Informação tem sido bem aceitos no país e que há um futuro promissor para o desenvolvimento de novos negócios.
Equipe EPSEC
info@epsec.com.br
Publicado por Denny Roger em 30 Nov 2009 | sob: Notícias
As organizações estão optando cada vez mais pelas boas práticas de segurança da informação (ISO 27002), demonstrando preocupações com a confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações. Um aspecto significativo é a inclusão da segurança da informação como parte do risco operacional e, conseqüentemente, a inclusão de profissionais especializados em segurança da informação.
A profissão na área de segurança da informação vem crescendo junto com a maior preocupação das empresas quanto a sua posição, suas estratégias e táticas para atuar no mercado. Ou seja, é um dos profissionais responsáveis por viabilizar novos negócios para a empresa, implementando e mantendo controles de segurança com a finalidade de atender aos requisitos de negócio, garantindo a continuidade das operações, desenvolvendo a gestão do Sistema de Gestão da Segurança da Informação.
Nesse dia 30 de novembro de 2009, a EPSEC parabeniza todos os profissionais que atuam na área de Segurança da Informação, incluindo os profissionais de outras áreas que atuam nos Comitês de Segurança da Informação, e reforça o seu o apoio e comprometimento no desenvolvimento de novos profissionais e na progressão de carreira dos profissionais que já atuam na área.
Parabéns!!!
Equipe EPSEC
info@epsec.com.br